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terça-feira, 31 de maio de 2016

Não leve a mal! "Se os professores fossem jogadores de futebol..."

Antes de tudo leia isso: A proposta é uma brincadeira, não desvaloriza o papel essencial do professor na construção de uma sociedade mais digna,  informada e crítica, portanto, "Não leve a mal", falou?!

Sim, com uma leva de humor trago mais um texto, desta vez menos pragmático! Neste relato construo algo que sempre considero interessante em sala de aula, as comparações! Logicamente não menosprezo o trabalho dos jogadores de futebol, afinal, o entretenimento e o esporte são fundamentais!

Mas, diante do cenário em que vivemos, sabemos que há um diferença muito grande entre atuar no ensino público e ser professor de uma grande Universidade pública (Apesar de estarem sucateadas também), assim como sabemos que jogar no interior do Piauí é bem diferente de atuar no Real Madri ou Barcelona.

E sabendo que temos desafios imensos em nossas carreiras, como o próprio ingresso na universidade, aulas como ACT (Admitido em Caráter temporário), Concursos e tudo mais, podemos comprar tudo isso às divisões de base, testes e afins, etapas necessárias a um jogador de futebol!

Abaixo, com o bom humor de sempre, começo comparar como seriam uma escala hierárquica entre professores e jogadores de futebol, afinal, qual professor não deseja um dia estar no meio dos maiores e melhores? Institutos Federais, Universidade públicas e privadas são sempre os grandes aspiração de todos os docentes! E quanto aos atletas? Imagino que todos um dia almejam frequentar estádios lotados  e embolsar muita grana no velho continente, defendendo times tradicionais e multicampeões.
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1º Nível: 
Professor: Início de carreira ( É ACT e está entre 1ª e 5ª fase) já sabe muito, mas tem espaço e contrato limitado.

Jogador: Início de carreira, começa a fazer seus primeiros jogos em times menores, joga pouco tempo e atua poucos meses do ano, é como se fosse um jogador do Atlético de Ibirama, disputa um estadual e talvez um série D.

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2º Nível: 
Professor: Já formado (Inciando a carreira com vaga de ACT) Já tá com a bola toda, entende os alunos e é compreendido, porém ainda busca mais estabilidade, contudo já atua o ano letivo todo, ou quase.

Jogador: Ainda busca firmar-se no mercado da bola, em uma comparação, é como se estivesse atuando em um clube da série C, tipo o Caxias, por exemplo.


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3º Nível:
Professor: Já efetivo no sistema público ou estável no regime privado, fase em que já possui alguns privilégios, porém por vezes trabalha muito, lida também com horários um pouco mais flexíveis.

Jogador: É como se estivesse em um bom clube da série B, time que tivesse alguma torcida, identificação, mas ainda longe de ser o melhor do Brasil, algo tipo o Joinville ou Criciúma.
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4º Nível:
Professor: É professor de universidades privadas com vínculo em escolas públicas ou privadas também, possui ambiente de trabalho privilegiado e remuneração acima da maioria dos outros professores, é reconhecido e possui títulos que a maioria não tem (São mestres, Doutores).

Jogador: É um jogador de um grande clube brasileiro, é o máximo que pode chegar em seu país, algo como atuar no São Paulo, por exemplo.

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5º Nível:
Professor: É efetivo em Institutos federais, e reconhecido por atuar nas melhores escolas do Brasil, contando com boa estrutura e estabilidade, a remuneração também pode ser muito maior que a de seus colegas do Estado ou municípios. Possuem títulos também! (São mestres, Doutores).

Jogador: Agora atuam em clubes que além de remunerá-los bem, são do exterior! Não chegam a ser os melhores do planeta, mas estão muito próximos disso! Seria como atuar no Borussia Dortmund (Alemanha), por exemplo.
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6º Nível:
Professor: São efetivos em Universidade Federais, isso mesmo, diante de concursos extremamente difíceis, os mesmos se utilizam de vasta experiência e títulos, alguns com formações no exterior, são conhecidos como referências em suas áreas de atuação.

Jogador: É  como atuar entre os grandes do planeta, algo como Real Madri ou Barcelona.
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É isso ai, como os adeptos do futebol sempre dizem, um dia quero ser do Barça ou do Real, eu rimo finalizando que gostaria de ser de uma federal! 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Básicas considerações sobre a internet no período técnico-científico-informacional: O perigo mora ao lado!

Após o advento da 3ª Revolução Industrial, esta iniciada em meados de 1940, deu-se início o período técnico-científico-informacional, tal período é considerado como marco inicial de uma grande série de rupturas, dentre as quais a valorização da informação e a evolução tecnológica, que até então caminhara em letárgicos passos.

A internet sem dúvidas foi uma das grandes responsáveis por intensas transformações sociais e econômicas que cada vez mais modelam nossas vidas e sociedade, pois através da utilização da grande rede Web podemos com poucos cliques acessar um imenso mundo de informações.
No inicio da década de 1990 a internet começou a dar passadas largas e se desenvolveu como já foi elucidado, a “mera” troca de informações, objetivo inicial, foi ficando para segundo ou terceiro plano, sendo que a internet nos dias atuais se configura como importante e necessária ferramenta para diferentes áreas.

Segundo o geógrafo Milton Santos, a informação é o bem mais valioso para qualquer sociedade, e a mesma é valorizada mediante sua propagação, mas também com o cunho econômico, portanto não podemos deixar de atrelar em nenhum momento a economia e a difusão de informações.

No fim da última década ocorreu a popularização de serviços como correio eletrônico, transferência de arquivos, mensagens instantâneas e videoconferências, sendo estes úteis a diversas áreas do conhecimento e À economia. O acesso móvel também é destacado, possibilitando inclusive a usuários sem computadores pessoais o acesso À rede.

Por fim, a internet e seus serviços se consolidam como grande fonte de informações e ou, propagação das mesmas, e a comunicação entre os usuários é um destes importantes pontos, transcendendo assim barreiras físicas que antes impediam a difusão de informações.

 O perigo mora ao lado

As redes sociais são sem dúvida alguma essenciais em um contexto vida social, afinal nos informamos e lidamos com notícias úteis, além de nos comunicarmos com pessoas de nosso ciclo de amizades, contudo, nem tudo são flores, e na internet podemos observar que facilmente somos manipulados por notícias falsas ou sem algum fundamento fidedigno, porém, ao vermos a mesma compartilhada adotamos como verdade absoluta.

A poucos dias assistimos perplexos uma situação que envolveu uma senhora, esta moradora de uma comunidade carente do município de Guarujá, estado do São Paulo, a mesma foi confundida com um retrato falado e julgada como praticante de rituais de magia negra , além de sequestradora.

A pobre senhora, que já possuía problemas de saúde, foi espancada e julgada por uma população ignorante e mal informada, e fomentada por boatos inverídicos que rolavam em uma rede social. Definitivamente podemos afirmar que a informação possui sim um valor econômico e social agregado, porém cabe ao ser humano manuseá-la e classificá-la, bem como aferir se seu contexto é realmente fidedigno.